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Servidora salva vida doando medula óssea

dmNão é fácil encontrar um doador de medula óssea compatível. Atualmente a chance é de uma em cada cem mil. Mas difícil mesmo é encontrar alguém como Maria José Santana que, em 2006, decidiu se inscrever no Redome – Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea – e foi chamada para ajudar alguém que precisava de sua doação. Técnica administrativa no Hemocentro de Cascavel há 13 anos, ela sabe pelo próprio trabalho que a doação de medula é a única chance de vida para muita gente.

Emoção ao saber da compatibilidade – Maria José fica emocionada ainda hoje quando conta do telefonema que recebeu em junho deste ano para que fizesse exames que confirmassem a compatibilidade e avaliassem a sua condição de saúde. Trinta dias depois veio a confirmação e, enfim, na semana passada, fez a doação.

Coloque-se no lugar de quem precisa – Ela lembra que quando fez o registro no Redome a possibilidade de encontrar um doador compatível era de uma em um milhão. Mas ela, ainda assim, acreditava que chegaria o dia de realizar o desejo de doar. “Coloque-se no lugar de quem precisa e imagine a felicidade de receber ajuda e ter uma nova chance! Eu sempre tive isso comigo”, conta Maria José.

Procedimento tranquilo – Depois que recebeu a confirmação de compatibilidade, Maria José foi duas vezes para Porto Alegre onde aconteceu a doação. Na primeira, realizou uma doação para si mesma – autóloga, para dispor do seu próprio sangue na hora do restabelecimento. Na segunda vez, semana passada, fez a coleta da medula por punção no osso da bacia. No dia seguinte, já estava em casa. Agora ela diz: “Se alguém precisar, farei tudo outra vez”.

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