MORTALIDADE MATERNA

A mortalidade materna é uma das mais graves violações dos direitos humanos das mulheres, por ser uma tragédia evitável na maior parte dos casos. Trata-se da “morte de uma mulher durante a gestação ou até 42 dias após o término da gestação, independentemente da duração da gravidez. É causada por qualquer fator relacionado ou agravado pela gravidez ou por medidas tomadas em relação a ela. Não é considerada Morte Materna a que é provocada por fatores acidentais ou incidentais” (BRASIL, 2017).

A redução desse indicador no Brasil é ainda um desafio para os serviços de saúde e a sociedade como um todo. A Secretaria de Estado do Paraná vem adotando uma série de medidas para melhoria da qualidade da atenção à saúde da mulher.

A Equipe de vigilância, tem como finalidade investigar todos os óbitos maternos e os óbitos de mulheres em idade fértil (10 a 49 anos), com o objetivo de levantar fatores determinantes, suas possíveis causas, assim como de subsidiar a adoção de medidas que possam evitar a sua reincidência. Compete também a qualificação dos dados do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM) mediante correção de inconsistência e incompletude. (BRASIL. Guia de vigilância epidemiológica do óbito materno. 1ª edição. Brasília: Ministério da Saúde, 2009).

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