Matérias da SESA

11/08/2017

Paraná finaliza capacitação do EpiSUS

Encerrou-se nesta quarta-feira (9), em Foz do Iguaçu, a última etapa do Programa de Treinamento em Epidemiologia Aplicada aos Serviços do Sistema Único de Saúde (EpiSUS – Fundamental). O projeto piloto vem sendo desenvolvido desde abril deste ano para capacitar servidores da saúde que atuam na área da vigilância para fortalecer o Sistema Nacional de Vigilância em Saúde. No total, 18 profissionais se formaram em Foz.

A iniciativa, uma parceria entre Secretaria de Estado da Saúde e Ministério da Saúde, recebe o apoio das organizações internacionais Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) e Rede de Programas de Treinamento em Epidemiologia e Saúde Pública (TEPHINET). A ideia do projeto surgiu em 2015, depois dos primeiros surtos do vírus Zika no país, como forma de preparar os profissionais para enfrentar os novos desafios da saúde.

“Este projeto é mais uma ação do Governo do Estado para melhorarmos a capacidade de detecção, resposta e comunicação dos problemas de saúde pública. Quanto maior for o conhecimento dos profissionais, melhor será o aprimoramento das práticas de vigilância em saúde”, salientou a superintendente de Vigilância em Saúde, Julia Cordellini.

Profissionais dos municípios que compõe as 8ª, 9ª, 10ª, 12ª e 20ª Regionais de Saúde foram capacitados nos encontros que ocorreram em Toledo e Foz do Iguaçu. O último deles, em Foz, contou com a presença de servidores estaduais e municipais da área de epidemiologia. Entre os temas abordados estão a investigação de surtos, ciclos de vigilância e boas práticas para melhoria da saúde pública. Neste encontro, ainda, houve a apresentação de trabalhos desenvolvidos pelos alunos.

Para a diretora do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde que também foi coordenadora do curso, Laurina Tanabe Setsuko, iniciativas como esta são extremamente necessárias para que os profissionais possam constantemente oferecer um trabalho de qualidade à população.

“Cursos como este são uma ótima oportunidade para que nós, que estamos na linha de frente da saúde, possamos gerar respostas mais rápidas caso aconteça algum evento inusitado, como surto ou epidemia, por exemplo”, afirmou Laurina. “Quanto mais capacitado for o profissional, melhores serão as condições para que ele cuide da saúde de forma efetiva e prática”, completou.
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