Reunião discute modelo de gestão para Hospital Regional de Toledo
26/02/2019 - 18:00

Reunião Hosp Toledo
O modelo de gestão do Hospital do Trabalhador, da Secretaria de Saúde do Paraná, pode servir de base para a abertura do Hospital Regional de Toledo, que deve operar como hospital universitário para atender ao curso de medicina mantido na cidade pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). A previsão foi feita nesta terça-feira (26) em reunião na Secretaria da Saúde do Paraná (SESA), quando foi criado um grupo de trabalho para colocar o projeto de gestão compartilhada em andamento.

O secretário da Saúde, Beto Preto, sugeriu também a participação dos outros 17 municípios da 20ª Regional da Saúde que serão beneficiados tanto pelo atendimento hospitalar quanto pela formação de profissionais médicos e enfermeiros. Onze prefeitos participaram da reunião, além de representantes da Funpar, prefeito de Toledo, Lúcio de Marchi; deputados estadual Marcel Micheletto e federal José Carlos Schiavinato.

O grupo também recebeu o apoio do reitor da UFPR, professor Ricardo Marcelo Fonseca. Salientando os 106 anos de experiência do curso de medicina em Curitiba, Fonseca disse que a instituição que tem toda “disposição de construir uma solução para aquela região”.

“A Universidade Federal do Paraná tem um curso de medicina centenário em Curitiba, que serviu de base para toda a medicina do estado. E em nome do Governador Ratinho Junior quero ressaltar a importância do curso que está em desenvolvimento na região Oeste, ele com certeza contribuirá com as bases de atenção à saúde ainda mais efetiva na região nos próximos anos”, disse o secretário Beto Preto.

Na reunião, os participantes falaram sobre a importância da entrada em operação do hospital, já que em 2020, o curso chega ao quinto ano de funcionamento em Toledo, justamente quando os alunos passam ao internato médico no hospital universitário.

O prefeito de Toledo relatou que a Câmara Municipal já aprovou investimentos de R$ 11 milhões para readequar as instalações do hospital, que não tem condições de funcionamento apesar de já ter consumido cerca de R$ 40 milhões nas obras e compra de equipamentos, desde o início do projeto em 2002.

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