Pronto-socorro do Hospital Zona Sul de Londrina passa por reforma e recebe melhorias na estrutura 13/10/2026 - 16:15

O pronto-socorro do Hospital Zona Sul de Londrina (HZSL), unidade da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), acaba de passar por uma reforma que trouxe melhorias à estrutura e mais conforto para pacientes e profissionais. O trabalho foi realizado em 17 dias, pela equipe técnica de infraestrutura da unidade e incluiu a renovação do piso e da pintura, além de adequações em diferentes pontos do espaço, sem interromper a rotina de atendimento da unidade.

Entre os serviços executados estão a troca do piso, pintura das paredes e rodapés, instalação de bate-macas, substituição da pia por um balcão e revitalização do banheiro. A reforma também contemplou adequações estruturais previstas nos padrões da Fundação Estatal de Atenção em Saúde do Paraná (Funeas), que faz a gestão do hospital.

Durante os 17 dias de obras, o atendimento foi mantido normalmente, sem interrupção dos serviços. A reforma foi planejada por etapas para reduzir os impactos na rotina do hospital. Com a conclusão dos trabalhos, pacientes e profissionais passam a contar com um espaço renovado, mais seguro, organizado e confortável.

HZSL – O Hospital Zona Sul de Londrina, situado na região Norte do Estado é referência para Londrina e municípios da região, prestando atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Além dos atendimentos de urgência e emergência, a unidade mantém serviços ambulatoriais, internações e procedimentos cirúrgicos. Em 2026, a média de atendimentos ambulatoriais chegou a 2.484, ante 1.534 em 2025, um aumento de aproximadamente 62%.

No mesmo período, a média de internações passou de 795 para 843, enquanto a de atendimentos no pronto-socorro passou de 2.271 para 2.353.

Na área cirúrgica, o hospital realizou mais de 7,5 mil procedimentos neste ano. A taxa de ocupação hospitalar chegou a 90%, com média de permanência de quatro dias.

Em 2026, a taxa de avaliação positiva alcançou 96%, mantendo o mesmo patamar de 2019 e superando os 95% registrados em 2025. O resultado reforça a importância do acolhimento, da humanização e da qualidade no cuidado prestado.

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