Governo do Paraná amplia apoio financeiro a maternidades de alto risco 01/04/2026 - 16:24
O Governo do Paraná, por meio da Secretaria da Saúde (Sesa), anunciou o aumento do incentivo mensal destinado às maternidades de alto risco participantes do Programa de Apoio e Qualificação de Hospitais Públicos e Filantrópicos do SUS Paraná (HOSPSUS-PR). O valor será de R$ 200 mil mensais por unidade.
A medida representa um avanço importante no financiamento da Linha de Cuidado Materno Infantil. O aumento consolida a ampliação de recursos iniciada anteriormente, quando houve um incremento de 100% no repasse para maternidades de risco habitual e intermediário, e de 30% para as de alto risco.
Segundo a rede estadual de saúde, as maternidades de risco habitual e intermediário seguem recebendo incentivos por meio da Estratégia de Qualificação do Parto (EQP), com valores de R$ 400 e R$ 600 por parto/nascimento, respectivamente. Enquanto as maternidades de alto risco passam a contar com um incentivo fixo mensal de R$ 200 mil, garantindo maior previsibilidade e capacidade de planejamento. Ao todo, 30 maternidades de alto risco serão contempladas com o novo investimento.
De acordo com o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, a iniciativa fortalece a rede de atendimento e amplia a segurança assistencial. “Este incremento representa um avanço significativo no fortalecimento da rede materno-infantil do Paraná. Ao ampliarmos o repasse para as maternidades de alto risco, garantimos melhores condições de atendimento, mais segurança tanto para as mães como para os bebês, e maior capacidade de resposta dos serviços de saúde”, afirmou.
RECURSOS - Em 2022, além do aumento de recursos financeiros, o Paraná investiu na aquisição e distribuição de equipamentos para fortalecer a linha de cuidado. Foram oito sistemas de equipamentos de ultrassom da Samsung HS40, no valor total de R$ 1,2 milhão, entregues a hospitais de várias regiões, para áreas como radiologia, cardiologia, obstetrícia e vascular.
Além disso, foram adquiridos seis aparelhos de ultrassom Voluson E8 no valor de R$ 2,8 milhões, voltados principalmente à ginecologia e obstetrícia, com alta resolução e tecnologia 2D e volumétrica.Para a medicina fetal, foram comprados equipamentos especializados para o Hospital do Trabalhador, incluindo uma torre de fetoscopia Stryker de R$ 299 mil e dois conjuntos de instrumentos endoscópicos Strattner no valor de R$ 1 milhão, permitindo a realização de cirurgias intrauterinas minimamente invasivas.
















